Marina Freitas Gonçalves de Araújo Grossi é uma economista brasileira especializada em sustentabilidade e mudanças climáticas. Atua desde 1996 na agenda climática, com experiência nos setores público e privado, em âmbito nacional e internacional. Desde 2010, é presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). Em 2024, foi nomeada Enviada Especial da Presidência da COP30 para o Setor Empresarial, conforme divulgado oficialmente pela organização da Conferência. É conselheira do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), órgão consultivo da Presidência da República, conhecido como “Conselhão”. Em março de 2026, Marina foi nomeada como Conselheira Global da Iberdrola.

Carreira É formada em Economia pela Universidade de Brasília (UnB). Tem especializações em Mercado de Carbono, pela Universidade de Melbourne, em Clima e Sustentabilidade, pela Fundação Dom Cabral, e em Mudança Climática, pela Universidade de Cambridge.[carece de fontes]? Entre 1997 e 2001, Marina Grossi integrou a delegação brasileira como negociadora na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), participando das negociações do Protocolo de Kyoto. Entre 2001 e 2003, coordenou o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.[carece de fontes]? À frente do CEBDS, atua na articulação do setor empresarial brasileiro em temas como descarbonização da economia, mercado de carbono, financiamento climático e governança climática internacional, natureza e sociedade. Em 2026, Marina Grossi integra conselhos de administração e colegiados consultivos de empresas e instituições públicas e privadas. É conselheira da Neoenergia, da Norte Energia, do Fundo JBS Amazônia, do IBRAM e do time global de mudanças climáticas da Edelman. No início do mesmo ano, Marina foi nomeada como Conselheira Global da Iberdrola. Para além da sua trajetória pessoal, a economista promove a liderança feminina na agenda climática e de sustentabilidade. A partir de 2024, Marina foi uma das líderes do capítulo global do Women Leading on Climate (WLOC), uma coalizão de mulheres que reúne lideranças dos setores público e privado para ampliar a participação feminina em espaços de decisão relacionados ao clima.[carece de fontes]? No campo da comunicação, em 2026, a executiva é articulista do Estado de São Paulo, Valor Econômico, Um Só Planeta e Times Brasil (CNBC).[carece de fontes]?

Atuação em COPs Marina Grossi participa das Conferências das Partes da Convenção do Clima (COPs) desde o final da década de 1990. Com sua atuação contínua e pioneira nesse espaço, especialmente na articulação entre empresas, governos e organismos internacionais, passou a ser reconhecida pela imprensa especializada como a “Dama da COP”. Na COP30, realizada em 2025, em Belém (PA), exerceu a função de Enviada Especial do Setor Empresarial, atuando no diálogo com a Presidência da Conferência e na mobilização do setor privado em quatro frentes estratégias: Mobilização Global, Agenda de Ação, Negociações e Cúpula de Líderes, conforme estrutura divulgada pela presidência da COP30. Nesse âmbito, Grossi coordenou movimentos empresariais, participou de reuniões e articulações globais e divulgou cartas públicas dirigidas ao setor produtivo.

Referências