Igor Gadelha

Bancada do PL, representada pelo líder da sigla, assinou pedido para homenagear Nossa Senhora Aparecida na Câmara, mas homenagem não ocorreu

Gustavo Zucchi

28/09/2026 17:19

Reprodução/Globo

A bancada do PL, partido do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro, pediu uma homenagem a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, na Câmara dos Deputados em 2022.

A iniciativa foi protocolada em março daquele ano pela deputada Chris Tonietto (PL-RJ) e chancelada pelo então líder do partido, Altineu Côrtes (RJ), que representava toda a bancada.

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O candidato do PL, Flávio Bolsonaro
Samuel Pancher/Metrópoles
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Flávio Bolsonaro levanta imagem de Nossa Senhora
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Quaest: Lula avança entre católicos e evangélicos a 6 dias da Eleição
Reprodução/Instagram @janjalula
A deputada pedia a realização de uma sessão solene da Casa em homenagem ao dia de Nossa Senhora Aparecida. No pedido, ela afirmou que a homenagem traria “vantagem” para a imagem da Câmara.
“Diante do exposto, creio ser de grande vantagem para a imagem pública desta Casa, bem como um verdadeiro dever para com o povo brasileiro, a homenagem ora proposta. Submeto-a à apreciação da Mesa, cuja aprovação, que desejo obter, creio estar mais do que justificada”, afirma a parlamentar.
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O requerimento do PL, contudo, não foi votado. A proposta acabou arquivada pela Mesa Diretora da Câmara em 31 de janeiro de 2023, em razão do fim da legislatura. Em 1º de fevereiro, novos deputados tomaram posse.
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Flávio e Nossa Senhora Aparecida
Nos últimos dias, o bolsonarismo está sendo acusado de trabalhar contra a Santa, após um boato de que de Flávio Bolsonaro, caso eleito, retirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
A acusação retoma um projeto apresentado em 2007 pelo então deputado federal Victorio Gali (MT), ex-assessor especial do governo Jair Bolsonaro, que propunha uma mudança na lei que instituiu o feriado.
O título, entretanto, não é uma atribuição do presidente da República, nem do Congresso. Nossa Senhora Aparecida foi declarada padroeira do Brasil em 1930 pelo papa Pio XI.

